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Dentista é indiciada por homicídio pós-extração dentária

Dentista e donos de clínica são indiciados por homicídio após a morte de uma paciente que realizou extração do siso.

O proprietário, a dentista e uma técnica do Centro Odontológico do Povo (COP), em Várzea Grande, foram indiciados por homicídio culposo, em inquérito policial que apurou as circunstâncias da morte de Jucilene de França, 31, em julho de 2015.

O laudo de necropsia atestou morte por “choque séptico consequente a infecção grave (Angina de Ludwig) após a extração dentária. A família da gerente, que deixou 2 filhos, procurou a polícia. Jucilene era gerente de uma loja na região metropolitana e passou a sentir fortes dores após uma extração do siso no estabelecimento. Ela retornou ao local, depois passou pelo pronto-atendimento de um hospital particular, onde constatou-se infecção e inflamação, logo após veio a falecer.

De acordo com as investigações de equipe do delegado Eduardo Rizzotto de Carvalho, da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande, o dono do estabelecimento, Fernando Helou da Costa e a responsável técnica pela clínica, Manuella Driessen Rodrigues Carvalho da Costa, foram imprudentes ao colocarem em funcionamento e atenderem pacientes numa clínica sem alvará da vigilância sanitária.

Além disso, a dentista XXXXXXX XXXXXX XXXXXXX, teria sido negligente ao deixar de prescrever antibiótico logo após a extração. “Ela só o fez quando a paciente retornou com inchaço e dores no local”, explicou o delegado. Atualmente Rizzotto integra a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (DERF-VG), mas concluiu e relatou o inquérito do caso.

O inquérito policial é encaminhado para a Justiça nesta segunda-feira (29), mais de 1 ano após a morte da vítima.

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Para preservá-la o nome da colega será omitido, apesar de ter sido amplamente divulgado em portais de notícias.

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Fabricio F. Mendes .'.