Anestesia Odontologia Papo Sério

Choque Anafilático na cadeira do dentista

Como evitar e como proceder em casos de choque anafilático na cadeira do dentista.

Primeiramente, esse post é destinado a dentistas. Se você não é um de nós ele não vai te interessar pois trata de assuntos exclusivos à  profissionais da Odontologia. CLIQUE AQUI

***

Aconteceu de novo. A infelicidade de ter uma intercorrência grave na cadeira do dentista levando um paciente a óbito fez novas vítimas. Sim. Vítimas, no plural. Pois tanto a paciente, quanto a dentista são vítimas nessa história.

Eu passei por algo parecido tem pouco tempo. Sei exatamente o que nossa colega sentiu. É desesperador. O chão some dos pés. Tudo parece desmoronar na sua cabeça.

Esse post é apenas uma tentativa de impedir que a opinião pÚblica massacre uma colega como fizeram ontem no vídeo que vocês podem acompanhar abaixo. O choque anafilático, ou anafilaxia pode acontecer a qualquer momento na cadeira do dentista.

Como diz a Wikipédia:

Anafilaxia (ou anafilaxis) é uma reação alérgica sistêmica, severa e rápida a uma determinada substância, chamada alergênico ou alérgeno, caracterizada pela diminuição da pressão arterial,taquicardia e distÚrbios gerais da circulação sanguínea, acompanhada ou não de edema da glote. A reacção anafiláctica pode ser provocada por quantidades minÚsculas da substância alergênica. O tipo mais grave de anafilaxia é o choque anafilático e termina geralmente em morte caso não seja tratado.

Apesar do delegado ter dito com todas as letras que ninguém ainda poderia ser considerado culpado, a exposição negativa foi gigante, a ponto da dentista só aceitar falar sem se identificar.

A dentista pode clinicar por mais trocentos anos. Ela nunca vai esquecer esse fato. Como ela bem disse, está sofrendo. Ela e sua família, tanto quanto a família da vítima, pois numa situação como essas não existe ninguém que não sofra ou perca. Todo mundo sofre. Ninguém esperava por nada disso.

Não é questão de ser corporativista. Mas apenas os hipócritas ousariam apontar o dedo pra nossa colega. Estamos todos extrema e eternamente sujeitos a passar pelo mesmo. Portanto, faça a anamnese mais perfeita possível. Se documente.

O vídeo mostra muitas coisas.

Mostra que aparentemente todas as providências cabíveis à  dentista na situação foram tomadas. Mostra que tudo está sendo devidamente apurado e que nossa colega não está fugindo da sua responsabilidade e mostra como ainda nos colocamos em tamanho risco profissional por muito pouco dinheiro.

Mostra também que precisamos todos os dias rezar muito e pedir a Deus que abençoe nossas mãos e nos livre de situações tão complicadas como essa. Força colega !!! Conte com o Vida de Dentista pro que precisar.

Comentários

comentários

Sobre o autor

Fabricio F. Mendes .'.

34 comentários

  • Fiz um "mea culpa" assim que assisti a reportagem. Semana passada uma colega vizinha tbem passou por algo semelhante, mas felizmente menos sério.
    ninguém, está livre. Ninguém mesmo! Minha solidariedade e apoio a colega e a familia da paciente.

  • Me arrepiou de ver a reportagem, do início ao fim. Há cerca de três anos, tive um caso de um paciente ter uma crise de síndrome do pânico na minha cadeira. Ele tremia muito, a ponto de balançar a mesa auxiliar, refletor, tudo! E detalhe… ele não havia mencionado que sofria de síndrome do pânico na anamnese, nem do uso de medicação. Horas depois, quando estávamos no hospital (eu chamei os bombeiros e o acompanhei o tempo todo), encontrei sua esposa, que me relatou que isso já havia acontecido muitas vezes, e que ela já estava acostumada! Foi um susto, imenso.
    Força a esta colega!

  • Sinto muito pela fammilia da jovem, assim como tenho compaixao com a dentista.

    E realmente muito triste, e todos nos que atendemos diariamente estamos sujeitos a esse tipo de coisa, torco muito pela dentista, para que tudo acabe bem, e que Deus abencoe a familia dessa jovem, e conforte seus coracoes.

    coragem, colegas, coragem e cautela!

  • Sinto muito pela fammilia da jovem, assim como tenho compaixao com a dentista.

    E realmente muito triste, e todos nos que atendemos diariamente estamos sujeitos a esse tipo de coisa, torco muito pela dentista, para que tudo acabe bem, e que Deus abencoe a familia dessa jovem, e conforte seus coracoes.

    coragem, colegas, coragem e cautela!

  • Sinto muito pela fammilia da jovem, assim como tenho compaixao com a dentista.

    E realmente muito triste, e todos nos que atendemos diariamente estamos sujeitos a esse tipo de coisa, torco muito pela dentista, para que tudo acabe bem, e que Deus abencoe a familia dessa jovem, e conforte seus coracoes.

    coragem, colegas, coragem e cautela!

  • Eu queria que alguém pudesse me explicar pois não sou especialista em cirurgia. Ã? normal remover os quatro sisos em uma única sessão?

    • Como ninguém respondeu minha pergunta eu mesmo vou respondê-la.

      Não há nada, absolutamente nada, que justifique a extração dos quatro sisos em uma única sessão, a não ser a ganância financeira.

      Em minha vida acadêmica nunca ouvi isso, pelo contrário, a cadeira de cirurgia zelava pela segurança e prudência nos procedimentos. Em minha vida profissional ouvi isso algumas vezes, relatadas por um paciente ou outro. Os riscos são desnecessários. Há o risco de exceder-se no número de tubetes de anestesia aplicada, o risco de um sangramento desnecessário, o excessivo tempo de cadeira que causa um extremo desconforto ao paciente, sem falar no pós-operatório complicado e incerto que o paciente estará sujeito.

      A doutora relata que aplicou 6 tubetes de anestesia consecutivos, 1 para cada molar superior e 2 para cada molar inferior. Provavelmente teria que aplicar mais. Se tudo der certo, um siso superior exige 2 ou 3 tubetes e um inferior 3 ou 4 tubetes. Estaria bem perto do limite preconizado, senão o ultrapassasse. Mesmo que não precisasse aplicar mais, vocês repararam na fotografia da paciente? Não, pois estavam muito ocupados na defesa das dentistas. A paciente era uma menina de 18 anos, franzina, que com certeza não pesava mais de 45 quilos. Todos sabemos que ao administrar qualquer medicamento devemos levar em consideração a massa corporal do paciente. Aplicar 6 tubetes consecutivos de anestesia em um homem de 80 quilos é completamente diferente de aplicar os mesmos 6 tubetes em uma menina de 45 ou 50 quilos.

      A aplicação da anestesia para cada procedimento em separado é correta, como disse o doutor toxilogista. Sabemos que um siso inferior, na grande maioria das vezes exige uma abertura de retalho, secção parcial ou total da coroa e osteotomia. A sutura é demorada. E se, ao remover um dos sisos, houvesse uma complicação muito natural como a fratura de uma raiz ou um sangramento excessivo que demandasse maior tempo naquele elemento? A aplicação da anestesia nos elementos seguintes teria sido completamente desnecessária. Ao extrair elementos de hemi-arcadas diferentes, deve-se anestesiar o primeiro, removê-lo e só então, após o controle do sangramento através de sutura ou outros meios, partir para o outro elemento. E vou mais além. Deve-se perguntar ao paciente se ele quer, está de acordo e disposto em partir para uma nova extração. Este direito foi retirado da jovem que morreu. A dentista simplesmente engatou uma quinta marcha, saiu anestesiando tudo e o resto que se dane. Diz ela que possuía 5 anos de experiência neste tipo de cirurgia. Pelo número do CRO que aparece na placa dela ela se formou por volta do ano de 2006. Quer dizer que com um ou dois anos de formada já fazia remoção de 4 sisos em uma única sessão? Seria ela a dentista prodígio?

      A outra dentista, no momento crítico, onde deveria estar totalmente focada para uma eventual manobra de emergência e ligando para um serviço de resgate, saiu da sala e foi perguntar calmamente para a acompanhante da paciente se esta tomava alguma medicação, como se isso fosse fazer alguma diferença naquele exato momento. As dentistas disseram que já haviam feito esta pergunta inclusive na frente de testemunha que com certeza deve ser esta acompanhante. Isto me parece um ato amador, feito para se eximirem da culpa naquele momento… ou seja, ela estaria naquela situação exclusivamente por que toma tal medicamento.

      Ã? lógico que as dentistas não agiram com dolo, não queriam que isto tivesse ocorrido. Sinto muito pelas dentistas. Mas sinto muitíssimo, mas muitíssimo mais pela jovem que perdeu a vida e pela sua família. As dentistas não precisam da nossa ferrenha defesa, do nosso corporativismo. A fraca justiça brasileira se encarregará disso. Serão isentadas da culpa ou responderão por crime culposo, que na prática não significa nada. Suas vidas voltarão ao normal em poucos anos ou meses, na odontologia ou fora dela, enquanto a perda da vida da jovem e a dor da sua família serão para sempre.

      A partir desta segunda-feira, depois que esta reportagem foi ao ar, pelo menos metade dos meus pacientes me questionaram sobre a aplicação da anestesia, estão com medo. O que falo para eles? Falo que eles estão sujeitos a convulsões e choques anafiláticos com mínimas doses de anestésico e os vejo saírem correndo pela porta ou falo que houve um certo exagero e imprudência por parte das dentistas neste caso?

      E vocês caros colegas, continuem tampando o sol com a peneira, continuem varrendo a sujeira para baixo do tapete e veremos a odontologia brasileira cada vez mais no fundo do poço.

      • Não estou aqui pra julgar ninguém, muito menos pra dizer se há algum culpado.
        Mas eu concordo em partes com o colega Armando. Eu não sei se tudo que foi dito na reportagem é verdadeiro, mas se é, eu também não concordo com a prática de se aplicar 6 tubetes anestésicos em uma só vez.
        Sendo lidocaína 2%, a dose máxima recomendada (Malamed) é 6 tubetes em uma pessoa de 50kg. Isso se não ocorrer uma injeção intravasal, o que, convenhamos, não é tão impossível assim de acontecer!!
        Levando em consideração o uso de um antidepressivo (que, segundo a reportagem não havia sido mencionado pela paciente), a dose máxima recomendada deve diminuir ainda mais (Malamed).
        Por que não anestesiar um el. por vez? Enquanto a cirurgia vai sendo realizada, o organismo vai metabolizando o anestésico e diminuindo o risco de uma superdosagem.

        Mais uma vez, como eu falei, não estou escrevendo pra julgar ninguém, mas acho que isso PRECISA servir de ALERTA para todos nós. CAUTELA nunca é demais em nossa profissão.

  • O duro é ver essas reportagens que arrebentam com o cirurgião-dentista. Queira ou não a matéria joga a culpa na colega de profissão. Como o choque anafilático foge de nosso planejamento, a melhor prevenção é a documentação com prontuário.

  • Quanta bobagem sendo dita… esse toxivcologista não deveria sair falando baboseiras…. ele não é dentista… não estudou nossa profissão e nem sabe como funcionam… pelo que entendi, a dentista não fez nada de errada e seguiu todo o protocolo

  • What is the role of lidocaine or phenytoin in tricyclic antidepressant-induced cardiotoxicity?
    Foianini A, Joseph Wiegand T, Benowitz N.
    Source
    Department of Emergency Medicine, Maine Medical Center, Portland, ME 04102, USA.
    Abstract
    INTRODUCTION:
    Tricyclic antidepressant (TCA) poisoning is a relatively common occurrence and remains a significant cause of mortality and morbidity. Deaths from TCA toxicity are typically due to cardiovascular events such as arrhythmias and hypotension. Cardiovascular toxicity may be multifactorial. However, the primary mechanism is a TCA-induced membrane-depressant or “quinidine-like” effect on the myocardium resulting in slowing down of phase 0 depolarization of the cardiac action potential and subsequent impairment of conduction through the His-Purkinje system and myocardium. This effect is manifest as QRS prolongation on the EKG, atrioventricular (AV) block, and impairment in automaticity leading to hypotension and ventricular dysrhythmia. Primary treatment strategies include sodium bicarbonate, hypertonic saline, and correction of any conditions that may aggravate this toxicity such as acidosis, hyperthermia, and hypotension. In cases of severe TCA toxicity, administration of sodium bicarbonate may be insufficient to correct the cardiac conduction defects. Use of lidocaine or phenytoin, both Vaughan Williams Class IB antiarrhythmic agents, has been reported as an effective adjunctive therapy in cases of severe cardiotoxicity.
    METHODS:
    Thirty articles of interest were identified by searching PubMed, abstracts from meetings, and the reference sections of related primary and review articles and toxicological texts. ROLE OF LIDOCAINE AND PHENYTOIN: Lidocaine and phenytoin also cause sodium channel blockade, but unlike Class IA or IC agents do not depress phase 0 depolarization in healthy cardiac tissue. Lidocaine and phenytoin dissociate relatively quickly from cardiac sodium channels. Sodium channels have faster recovery times after exposure to lidocaine (1-2 s) and phenytoin (0.71 s), than with some TCAs such as amitriptyline (13.6 s), but not others (e.g., imipramine at 1.6 s). In experimental models of amitriptyline poisoning, lidocaine co-administration resulted in decreased sodium channel blockade compared to amitriptyline alone. This correlated with clinical improvement, including normalization of QRS interval, improved hypotension, and decreased mortality. It is postulated that lidocaine’s rapid binding to the sodium channel may directly displace slower acting agents from the channel, leaving more channels unbound, and therefore be able to facilitate cardiac conduction. Phenytoin may act through a similar mechanism as lidocaine, although experimental studies suggest that it does not compete directly for the same sodium channel binding site as TCAs. Allosteric modulation of the TCA binding site may occur in the setting of phenytoin use. The evidence for using phenytoin in treating TCA-induced sodium channel blockade is less convincing than that for lidocaine. Human trials are limited to case series and, in most human exposures in which there appeared to be efficacy, the toxicity was not severe.
    CONCLUSIONS:
    Although there appears to be more evidence for the use of lidocaine than phenytoin as adjunctive treatment for TCA-associated cardiotoxicity, specific clinical indications and dosing recommendations remain to be defined. We recommend the use of lidocaine in cases in which cardiotoxicity (arrhythmias, hypotension) is refractory to treatment with sodium bicarbonate or hypertonic saline, or in which physiological derangement (e.g., severe alkalosis or hypernatremia) limits effective use of these primary strategies.

  • Não sou dentista, sou acadêmica de Biomedicina e adoro o VDD!Quanto ao caso em questao , o que eu acho pior além do óbito da paciente é o fato da mídia insinuar logo que a culpa seja da profissional, se aproveitando da opinião da população leiga, afinal é mais fácil culpar o profissional logo de cara do que procurar averiguar a situação!Boa sorte a dentista e que tudo termine bem!Abraço pessoal!

  • Terrível a situação !! Péssimo p. todos!! Mas a Mídia deveria aguardar antes de divulgar um fato como se a morte realmente tivesse sido provocada pela Dentista !! Existe uma gama enorme de fatores que podem estar relacionados a essa tragédia !! E a imagem da Odontologia , em geral já tão deturpada , só piora com isso !!! Solidariedade à família da paciente e à colega !!

  • Dificilmente esse caso foi de choque anafilático. A degranulacão de mastócitos e basófilos liberando histamina é algo extremamente rápido e o primeiro sintoma é broncoespasmo com intensa dispnéia, edema de vias aéreas (principalmente glote) e é reversibilizado com adrenalina, justamente o que contém no anestésico local. Por ter sido o primeiro sintoma convulsão, acredito que foi alguma interação medicamentosa gerando metabólitos tóxicos por alguma indução enzimática pré existente. Mas aí só fazendo o laudo toxicológico pra saber mesmo. E se foi choque mesmo, acredito bem mais que ela era alérgico a, por exemplo, iodo e a antissepsia foi feita com ele. Mas mesmo assim, é muito estranho.

  • Sou ASB em um consultório particular e fiquei chocada ao ver a reportagem pq fazemos esse procedimento de extração de siso todos os dias. Certamente a dentista tomou todas as precauções necessárias e preventivas.

  • amigos, li vários comentários legais aqui e concordo com todos. Acontece. Mas e se nos dedicarmos um pouco mais a fazermos uma boa anamnese? A sabermos todos os medicamentos que os pacientes usam (e já usaram, como no caso dos bisfosfonatos). A prestarmos mais atenção aos sinais e sintomas do paciente? Recomento que vejam esse vídeo, infelizmente em inglês sem tradução, que fala sobre as emergências médicas no consultório odontológico.
    http://www.youtube.com/watch?v=HivQ7P35DPg
    Um abraço e boa sorte para todos nós.

    • Não sou o melhor dentista do mundo, estou bem longe disso, apesar de conhecer enes que se acham, principalmente recém-formados. Se a vítima fosse sua irmã ou filha queria ver se você diria que seria mera fatalidade…

  • Minha opinião é que os dentistas não se preparam para essas situações. Trabalhamos com um ser humano devemos SIM, saber técnicas de urgências e emergências médicas. Recentemente tive um caso de anafilaxia sem choque em meu consultório. No ato apliquei 0,5ml de adrenalina, aguardei 30 minutos o caso não regrediu apliquei mais 0,3ml e começou a regredir, e só então fiz corticoesteroide e anti-histamínico.

    Qual o motivo para não termos uma medicação dessas em nossos consultórios. Não é pelo fato de que não usar, e sim pelo fato de não saber usar. Enquanto não mudarmos nossa postura e começar a ESTUDAR, realmente nossa classe vai continuar na decadência que se apresenta. Sendo chutada de todos os lados. Não quero desmerecer ninguém mas, sendo sinceros consigo, vocês se acham aptos a tratar as consequências ou as sequelas de problemas que podem aparecer em seus consultórios? Se a resposta for sim, perfeito. Se for não, revem seus conceitos e está na hora de voltar a sentar o “bumbum” na cadeira e ESTUDAR!

    Att,

  • Realmente extrair os 4 seria uma temeridade,Poderia optar por extrair o 18 e o 48 em uma sessão,Quem sabe o 28 e 38.Bem poderia concordar até com a cirurgia como foi feita mas se técnica tivesse sido usada com perfeição. Desde a anamnese até o procedimento..O colega discorda de extração de 4 molares.A técnica permte até extrair ate todos os dentes de uma pessoa. desde que todas as posssibilidades de recuperação estejam extintas e que toda tecnica cirúrgica esteja a nossa disposição e capacidade.

  • Realmente foi uma fatalidade , poderia ter acontecido com qualquer um partindo do principio que o paciente pode omitir e omite muitas vezes dados na anamnese.
    Porém fico impressionado com a forma com que a mídia “bate e massacra ” a Odontologia com reportagens sensacionalistas e tendenciosas . Assisti a reportagem onde o apresentador disse na chamada ” cuidado ao ir ao dentista” . Quantos casos acontecem desse por ano? E quantos pacientes são atendidos por ano? Não justifica generalizar. Agora o CFO deveria sair em defesa da colega como faz o CFM sempre que acontece uma fatalidade.

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