Loucademia de Dentista #7 – Qual caminho seguir pós-formatura 

E aí galera do VDD, tudo certo???
Já faz algum tempo que eu venho pensando sobre o que eu quero fazer depois da faculdade. Odontologia é um curso muito amplo, e existe uma infinidade de áreas em que você pode se especializar. Eu ainda estou na metade do curso, sei que ainda pode estar meio cedo pra pensar nisso, mas de qualquer forma, pensar não custa nada né?!

No ensino médio, eu ainda não sabia muito bem qual caminho seguir, mas eu tinha certeza que eu queria “misturar” saúde e pesquisa, duas áreas completamente relacionadas. Sempre tive vontade de fazer trabalhos voltados à investigação, tecnologia e análise, e foi então que me surgiu a iniciação científica. Ela é, na verdade, o primeiro passo do estudante de graduação no mundo da pesquisa, e é de extrema importância pra quem deseja seguir na área acadêmica e talvez fazer mestrado e doutorado.

Tendo tudo isto em mente, fui pesquisar bastante e saber o que era preciso pra começar uma iniciação (que redundante, “começar” e “iniciação” kkkkk). Na minha faculdade, tem um programa de iniciação científica, o que me facilitou bastante a vida, visto que algumas faculdades não são muito voltadas para essa área. Quando eu descobri, já fui logo pesquisando pra ver o que era necessário para entrar no programa, e havia algumas exigências como ter desempenho acadêmico favorável, ter uma disponibilidade mínima semanal, um projeto em andamento e ser indicado por algum professor orientador. Se tudo isso estiver ok, a comissão te coloca dentro. O meu problema é que eu ainda não tenho nenhum projeto e nenhum professor orientador.

Conversando com um professor sobre isso, ele me disse que no momento não está com nenhum projeto em andamento, mas pretende iniciar um lá na faculdade mesmo. Eu já grudei nele que nem carrapato! Vou começar a fazer monitoria nas aulas dele, só pra ficar mais pertinho. Como a minha vontade é, pelo menos por enquanto, seguir na análise e fazer mestrado, é muito importante ter algo como a iniciação no currículo. Muitos programas de mestrado utilizam o currículo como fase eliminatória. Está aí a importância de o aluno ter tido contato com a ciência no decorrer do curso, seja na pesquisa, em trabalhos publicados, em estágios, apresentações em congressos etc.

Bom, esse é o primeiro passo pra começar nessa carreira que eu estou almejando. Mais pra frente eu pretendo entrar em contato com professores de outras universidades que eu estive pesquisando e que estão em andamento com projetos bem legais, mas isso é beeeem mais pra frente. Não sei se tem alguém que está lendo agora que também pretende tomar o mesmo rumo que eu, mas se tiver, eu espero ter ajudado! Abraços e até a próxima!!!

 

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