GESTÃO: Capacidade instalada e taxa de ocupação: pilares de pensamento estratégico em Odontologia.

Cada vez mais se torna imperativo na gestão de consultórios e clínicas odontológicas saber conceitos fundamentais para definição de metas e potenciais de desempenho e produção. Discute-se muito sobre formação de preço e minha percepção é de que o profissional deve fazer seu planejamento conhecendo o conceito de capacidade instalada.

Tomando como base o padrão um dentista, trabalhando em uma cadeira e em horário comercial (vinte dias por mês / oito horas por dia), você tem todo tempo do mundo em dois minutos para responder:

– Este dentista, em um ano de trabalho (2015), disponibilizará em sua agenda mais ou menos  4.000 horas de atendimento.

Esta pergunta é feita em meus cursos, programas de consultoria e coaching financeiro e a grande maioria responde de forma imediata que trabalhará mais que 4.000 horas por ano. Veremos que para o padrão definido acima e a capacidade instalada não chega a 50% deste total. Mas, o que é então capacidade instalada? Capacidade instalada pode ser definida com o potencial da produção ou a capacidade máxima de atendimento de um consultório/clínica ou que um dentista se propõe a disponibilizar em sua agenda. É a quantidade que pode ser medida em horas ou serviços e que são capazes de serem produzidos durante certo período de tempo. Usa-se principalmente a medida em horas, mas pode-se também medir em procedimentos como número de manutenções ortodônticas, cirurgias de implantes, endodontias de molares, restaurações em resina, etc.

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