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Como C’ocê Pôde Abandoná Eu – VERSÃO DENTISTA

O ócio é impressionante mesmo. Graças à ele e à colaboração da nova escritora do VDD, a colega Elaine Batista, tenho a honra de trazer pra vocês uma das melhores paródias odontológicas de todos os tempos da última semana que esse humilde, porém limpinho, blog de Odontologia, já trouxe até vocês.

Dessa vez a vítima escolhida foi “Como C’ocê Pôde Abandoná Eu“, sucesso da banda goiana Pedra Letícia, da qual sou fã e que coube como uma luva (pelo menos eu achei) numa versão dentista. (veja a original aqui)

Por isso mesmo, convoco a todos os corajosos leitores do VDD a juntos, unidos num só movimento, a guiarem os cursores dos seus mouses até o PLAY do player abaixo, afim de juntos entoarmos essa canção de amor. :D

COMO C’OCÊ PÔDE ABANDONÁ EU – VERSÃO DENTISTA

Como c’ocê pôde abandoná eu
Se nóis foi sempre siliz
Esse dentista aí nunca te atendeu
Com jeitinho como eu sempre fiz

“Essa música eu escrevi pra um ex-paciente
que de tão impaciente me abandonou
me trocou por outro dentista, esse vigarista
e eu nunca entendi, porque esse paciente
de quem eu cuidava dos dente (porque qué rima mais fácil “dente” com “paciente”)
resolveu e um dia e me deixou”

O consultório dele é mais equipado
O meu é simples, mas bem limpinho
Ainda não comprei o ar-condicionado
mas meu banheiro tá cheirando pinho

O dentista novo é recém formado
Eu sou mais véio, e nunca te fiz mal
Num tem TV de LED com Sky ligado
mas na CCE dá pra ver o jornal

Agora eu queria entendê
Porque cê foi tratá cum mané?
Só porque o carro dele é uma SUV
E a secretária dele é um filé

[Refrão]
Como c’ocê pôde abandoná eu ?
Se nóis foi sempre siliz
Esse dentista aí nunca te atendeu
Com jeitinho como eu sempre fiz  (2x)

Se ele faz Implanto eu faço “dentadura”
Se atende de terno eu forço no Nugget
Se na recepção dele tem cafezinho
aqui nóis tem Veja de 2007

Se nas férias dele vai pra Nova York
abro o consultório em véspera de Natal
Nesses feriado as “dor de dente” é forte
E a maioria acaba dando canal

Agora é que eu quero vê
Quem é que vai te anestesiá
Pomadinha, agulha e bisel
E musiquinha pra acalmá

[Refrão]
Como c’ocê pôde abandoná eu ?
Se nóis foi sempre siliz
Esse dentista aí nunca te atendeu
Com jeitinho como eu sempre fiz  (2x)

Ficá sem te odiá, não sei se consigo
Você foi embora e me ficou devendo
Óio as radiografia que deixô comigo
Morreno de raiva de tê feito a Endo

E pra terminá ouça a praga minha
Torço pros seus dente um dia vim doê
E esse fedazunha do meu “coleguinha”
Teje viajano, que é procê aprendê

[Refrão]
Como c’ocê pôde abandoná eu ?
Se nóis foi sempre siliz
Esse dentista aí nunca te atendeu
Com jeitinho como eu sempre fiz  (2x)

***

Sério … eu não sou doido !!! Ok ??? :D

 

Sobre: Fabricio F. Mendes .'.

Fabrício Figueiredo Mendes é atleticano desde que nasceu em 1978, dentista desde 1999, marido desde 2005, pai desde 2008 e blogueiro odontológico desde 2010 quando de Ilicínea, no sul de Minas Gerais, resolveu criar o Vida de Dentista.

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