O triste fim do dentista feliz

Depois daquele curso que falava sobre como era importante captar pacientes fora do consultório o Dr. X percebeu esse era um filão a ser explorado.

Se tudo corresse como lhe disse a professora, 1/4 dos pacientes do seu consultório poderiam vir através de contatos feitos na rua, em restaurantes, lojas, clubes, festas, museus, eventos, etc …

“O dentista precisa ser um ser mais social e deixar de lado o ciclo casa-consultório-casa”. As palavras da professora ecoavam em sua mente. E então ele começou a colocar isso em prática.

No primeiro mês já notou diferença. Além de ter aumentado o seu leque de pacientes, e consequentemente de amizades, ele se sentia mais leve. A rotina já não o aborrecia tanto. Ele estava feliz.

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